Os mártires e a iconografia! Qual foi a primeira imagem de um instrumento de martírio?

Texto de Raí José Maciel da Silva,
professor, escritor e editor formado em Geografia-Licenciatura, Letras-Inglês
e pós-graduado em Teologia.


Os mártires e a iconografia! Qual foi a primeira imagem de um instrumento de martírio?


     Muitos talvez já estejam fazendo suas apostas em Santo Estêvão, diácono e protomártir, o primeiro mártir do cristianismo; outros talvez estejam pensando nos Santos Inocentes, que deram a vida por Cristo antes se quer de conhecê-lo; mas não falo das pedras que tiraram a vida de Santo Estêvão, nem das espadas que ceifaram a vida dos Santo Inocentes, veremos então mais à frente.

(Santo Estêvão, diácono e protomártir à esquerda e Santos Inocentes, mártires à direitra - Imagem gerada pela IA Gemini)

    Acredito que quase todo católico saiba, mas se não sabe, é sempre tempo de aprender. Na iconografia dos santos mártires, é comum vermos em suas mãos ou próximo deles, o próprio instrumento do martírio ou algo que fez parte do processo de martírio deles. Vamos para os exemplos:


Próprio instrumento de martírio:


    São Paulo, que nas imagens aparece com uma espada, pois foi o instrumento que tirou sua vida, porém, assim como os santos não necessariamente mártires, também carrega em suas mãos, as 13 cartas que escreveu, pois de modo geral, na imagem dos santos, vemos algo que reflete sua vida, independente se ele foi martirizado ou não.

(São Paulo, apóstolos - Imagem gerada pelo ChatGPT)

    Por isso, vemos livros representando cartas, evangelhos, os Atos dos Apóstolos e o Apocalipse, nas mãos dos autores sagradas: São Mateus e São Marcos, cada um com seu evangelho em mãos, e também o símbolo como são narrados no livro do Apocalipse, no caso de Mateus, o anjo de rosto humano, pois narra a genealogia, isto é, a humanidade de Jesus, e no caso de Marcos, o leão, pois começa falando da voz que clama no deserto, São João Batista, como o rugido de um leão que ecoa longe no deserto. São Lucas aparece com o touro, símbolo de que seu evangelho começa e termina no templo, o outro livro em sua mão, indica que ele não só escreveu o evangelho, mas também o livro dos Atos dos Apóstolos. São João aparece com a águia, símbolo de que o conhecimento vem do alto, seu evangelho é mais filosófico, e em suas mãos, não traz só seu evangelho, mas também suas 3 cartas e o livro do Apocalipse.

(Canto superior esquerdo: São Mateus, apóstolo e evangelista. Canto superior direito: São Marcos, evangelista. Canto inferior esquerdo: São Lucas, evangelista. Canto inferior direito: São João, apóstolo e evangelista. - Imagem gerada pela IA Gemini)

    São Pedro ditou 2 cartas e em suas mãos, estão também as chaves do Reino dos Céus, entregues pelo próprio Jesus Cristo a ele (Mt 16,18-19).

(São Pedro, apóstolo - Imagem gerada pela IA Gemini)

    São Tiago e São Judas, os dois irmãos apóstolos e primos do Senhor, irmãos do também apóstolo Simão Zelote, o Cananeu, trazem em suas mãos, o instrumento fora utilizado para os seus martírios e na outra mão, um livro, a carta que cada um escreveu: Judas Tadeu traz uma espécie de machado, pois foi degolado; Tiago Menor, pedras, pois foi apedrejado e Simão, o Cananeu, como não deixou nenhum livro nas Sagradas Escrituras, por isso não leva nenhum na mão, carrega apenas o instrumento do martírio, uma serra, pois foi serrado ao meio.

(Santos Judas Tadeu, Tiago Menor e Simão Zelote, o Cananeu, apóstolos, primos de Nosso Senhor - Imagem gerada pelo ChatGPT)

    Assim como os apóstolos e evangelistas, muitos outros cristãos foram também martirizados, como Santa Filomena, que carrega uma âncora, pois foi amarrada a uma e lançada ao mar, além das flechas, que antes foram atiradas contra ela, mas foram milagrosamente neutralizadas, não a ferindo-a.

(Santa Filomena, vírgem e mártir - Imagem gerada pela IA Gemini)

    Outros santos estão com animais, pois estes foram os instrumentos de seus martírios, como Santo Inácio de Antioquia, discípulo de São João, o primeiro a chamar a Igreja de Cristo de Católica, por ser universal, em sua iconografia, aparece entre dois leões, pois foi lançado às feras que o devoraram.

(Santo Inácio de Antioquia, bispo e mártir - Imagem gerada pela IA Gemini)

    São Saturnino, que aparece com um bovino, pois foi amarrado num touro, que foi tocado pelos algozes e desceu escada abaixo correndo, arrastando o santo, que teve ali por vários traumas, sua páscoa.

(São Saturnino, bispo e mártir - Imagem gerada pela IA Gemini)


Instrumentos que lembram o martírio:


    São Sebastião sobreviveu às flechas, porém, em sua iconografia, aparece flechado, pois foi a primeira tentativa de Diocleciano quando ordenou a execução do santo. Posteriormente foi degolado após ser cuidado das feridas das flechas pela esposa de outro mártir cristão; porém, o instrumento da primeira tentativa de martírio ficou mais popularizado em sua imagem.

(São Sebastião, mártir - Imagem gerada pela IA Gemini)

    Santa Apolônia, a padroeira dos dentistas, carrega consigo uma torquês, pois antes de livremente se lançar na fogueira, abraçando livremente o martírio o qual queriam a ela aplicar, teve seus dentes arrancados. Como esse sofrimento foi o início do martírio que terminou nas chamas da fogueira, a imagem dela segurando aquela espécie de alicate, ficou mais popularizada.

(Santa Apolônia, virgem e mártir - Imagem gerada pela IA Gemini)

    São Cástulo morreu por asfixia na terra, mas carrega uma pá, que foi o instrumento usado quando o enterraram vivo.

(São Cástulo, mártir - Imagem gerada pela IA Gemini)

Partes do corpo que foram atingidas propositalmente no martírio

    Já começamos ver na imagem de Santa Apolônia, um de seus dentes na torquês, mas sigamos com outros exemplos.

    Santa Luzia leva num prato, seus olhos, que foram vazados, mas recuperados ainda mais belos. Quando foi martirizada, o foco foi atingir seus belos olhos, mas ela não se importou, pois já havia descoberto a verdadeira luz, Nosso Senhor Jesus; que lhe deu concedeu novos olhos diante daqueles que acompanhavam seu martírio.

(Santa Luzia, virgem e mártir - Imagem gerada pela IA Gemini)

    Santa Águeda, que leva num prato, seus seios, que foram cortados, pois assim como Luzia, o ataque se deu porque não queria ceder a um casamento forçado, logo, no caso das santas que negaram essas situações, os algozes logo atacavam partes do corpo dessas santas mulheres.

(Santa Águeda, virgem e mártir - Imagem gerada pela IA Gemini)

        São Mateus Moreira, patrono dos ministros extraordinários da sagrada comunhão, um dos 30 protomártires brasileiros, leva numa mão a palma do martírio e na outra um coração, pois o teve arrancado pelas costas enquanto dizia: ''Louvado seja o Santíssimo Sacramento!''

(São Mateus Moreira, Um dos protomártires de Cunhaú e Uruaçu - Rio Grande do Norte - Imagem gerada pelo ChatGPT)

    São João Batista, que na iconografia de sua natividade, no dia 24 de junho, é utilizada uma imagem dele menino, segurando o cordeiro de Deus, símbolo de Jesus Cristo; pois São João, veio preparar os caminhos do Senhor, também sendo utilizada, a imagem dele com uma espécie de concha batizando Jesus, por isso o nome Batista, e em ambas as imagens, vestido com pele de camelo.

(São João Batista criança na primeira imagem e em seguida, ele já adulto, batizando seu primo Jesus, Nosso Senhor - Imagem gerada pela IA Gemini)

    Já na iconografia da memória de seu martírio em 29 de agosto, com as mesmas vestes, aparece sendo degolado na prisão, ou por vezes, já com sua cabeça num prato, a pedido da filha de Herodíades, que pediu a cabeça dele a Herodes, a mando da mãe.

(Martírio de São João Batista - Imagem gerada pela IA Gemini)

    O apóstolo São Bartolomeu, também chamado de Natanael, leva nas mãos na iconografia, o maior órgão do corpo humano, pois teve um lento e doloroso martírio por esfolamento, tendo a pele arrancada com ele vivo.

(São Bartolomeu, apóstolo - Imagem gerada pela IA Get Mocha)


A palma


    Também os santos mártires, carregam a palma do martírio, em referência à leitura do livro do Apocalipse, que se refere a eles como aqueles que lavaram e alvejaram suas vestes no sangue do cordeiro, que alcançaram o Céu após a grande tribulação, trajando vestes brancas e com as palmas nas mãos (Ap 7,9-17).

    E no caso de Santa Flávia Domitila, vemos uma palma seca e um cordeiro em suas mãos, pois seu martírio se deu quando abandonaram-na numa ilha deserta sem alimento e ela só se alimentou da fé, da oração - Cristo foi seu alimento, o cordeiro de Deus, por isso o animal em uma das mãos e a palma seca, símbolo de como seu corpo pereceu.

(Santa Flávia Domitila, virgem e mártir - Imagem gerada pelo ChatGPT)


Outros casos:


    Há santos mártires que não carregam o instrumento do martírio, como já foi citado São Pedro, já que numa das mãos leva suas duas cartas e na outra, as chaves do Reino dos Céus, logo, não há espaço para a palma nem para a cruz de ponta cabeça, já que ele foi crucificado de cabeça para baixo, pois não se achou digno de ser crucificado como Nosso Senhor, mas seu irmão e também apóstolo, Santo André, que tomou a mesma iniciativa no martírio, carrega uma cruz no formato de ''X''.

(Santo André, apóstolo - Imagem gerada pela IA Gemini)

    Outro exemplo conhecido é o de São Brás, que embora fora arrastado pela garganta com um gancho durante o martírio, salvou uma criança que tinha um anzol ou espinha de peixe presa à garganta, sendo então o médico proclamado padroeiro protetor contra os males e enfermidades da garganta, por isso ao invés do instrumento de martírio, em sua imagem há as velas cruzadas, que é como os diáconos, padres e bispos de alguns ritos orientais católicos, dão as bênçãos; como São Brás vivia na Armênia e fora ordenado em rito oriental, a forma de sua bênção foi estendida para o rito latino, onde hoje, a bênção da garganta é dada com as velas cruzadas.

(São Brás, bispo e mártir - Imagem gerada pelo ChatGPT)


De volta à pergunta inicial


    Após percorrermos a história de tantos santos, voltemos o nosso olhar para o Santo dos Santos, pois devemos ser santo como Deus é Santo (Lv 19,2; Lv 20,7; Mt 5,48). É da cruz de Cristo, o instrumento da morte do Salvador, que vem a tradição de utilizar o instrumento do martírio dos santos, que assim como Ele derramou seu sangue por amor a nós, tantos santos que deram testemunho da fé, derramaram seu sangue por amor a Ele e sua Santa Mãe Igreja.


    Muitos podem questionar o uso do instrumento do martírio, a imagem do Cristo Crucificado, mas São Paulo já alertava: Pregamos o Cristo Crucificado, escândalo para os judeus, insensatez para os pagãos (1Cor 1,23). Realmente, muitos vão ficar questionando-nos, dizendo que se um ente querido for assassinado com uma faca, não ira querer lembrar dele com uma faca, ou ainda há quem diga que pregamos um Cristo morto. Não é nada disso. É que no caso de Cristo, quando olhamos para a cruz, estamos olhando para a maior prova de amor do mundo, Deus que se fez homem, habitou no meio de nós e morreu na cruz por nossos pecados para nos salvar. No caso dos mártires, são pessoas que como nós, amamos a Cristo mesmo com a faca no pescoço, não podemos renunciar a nossa fé, pois nosso amor maior está naquEle que antes morreu por cada um de nós. Nossa vida neste mundo é passageira, lutamos em primeiro lugar pela vida eterna, junto dEle, na Glória.

    Mas como eu perguntei primeiro lá no título, qual foi então o primeiro instrumento de martírio em imagem. Se muitos estão apostando na Cruz de Cristo, bom, passou perto, essa foi a primeira inspiração, mas antes da crucificação, já houve no Antigo Testamento, após o tão questionado Êxodo 20, já lá no livro dos Números, a prefiguração da cruz de Cristo com a imagem de uma serpente.

    E se quem achou que a serpente se referia ao mal que tentou Adão e Eva, também não é, vamos para a resposta: Quando as serpentes começaram a picar o povo que caminhava com Moisés no deserto saindo da escravidão do Egito, rumo à terra prometida, eles então começaram a clamar a Moisés para que ele intercedesse a Deus por eles, pois haviam pecado contra Deus e contra seu líder, o próprio Moisés (Nm 21,4-9).

    Hum! Intercessão! Alguém intercedendo a Deus por outrem! Já vi que muita gente capaz de ter torcido o nariz e ficou com vontade de arrancar essa página da Bíblia, mas brincadeiras à parte, vamos lá: Deus então ouve a oração de Moisés e lhe manda construir uma serpente de bronze, a qual Moisés constrói e coloca numa haste, onde todos que olhavam para a serpente, ficavam curados.

    Xiiii! Imagem! Nesse momento, quem já arrancou a página do livro dos Números, já também provavelmente preparou a fogueira para queimar e deve estar se questionando: Como Lutero não percebeu isso? Já não basta ter deixado a 1ª Carta de São Pedro onde Pedro fala que as Escrituras não podem ser interpretadas de maneira particular? Ai, ai, ai!

    Ai-ai pra mim é este animal de Madagascar:

(Ai-ai - Imagem gerada pela IA Gemini)

    Mas vamos continuar:

    Deus embora pudesse, não agiu diretamente, mas depois do clamor de Moisés, aquele que prefigura Jesus, e Jesus quando vem, escolhe vir por Maria, e nós todos hoje, membros de sua Santa Igreja, onde Ele é a cabeça e nós somos os membros, fazemos tudo por Cristo, com Cristo e em Cristo, a Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo e assim faremos por todos os séculos dos séculos. Quando intercedemos, isto é, rezamos a Deus por alguém, estamos fazendo isso em Cristo, logo é sempre Ele mediando, não perca tempo nos questionando. As imagens dos santos não são imagens de deuses pagãos inexistentes e nós não os adoramos, apenas fazemos memória à caminhada que tiveram seguindo o único caminho que leva ao Pai: Jesus Cristo Nosso Senhor. Celebramos justamente as virtudes de Cristo presentes na vida deles. Já no Antigo Testamento, quando a imagem não era de um deus pagão inexistente para ser adorado, Deus mandava fazer imagens, como em Êxodo 25, onde Deus manda fazer os querubins para serem postos sobre a Arca da Aliança. Ops! Me esqueci! Há bíblias que terminam no Êxodo 20! Mas deixa quieto! E antes que alguém fale que Moisés intercedia porque estava vivo, mas não pode interceder porque está morto e todos estão dormindo até a vinda gloriosa de Cristo; isso já cai por terra com o próprio Moisés sendo apresentado vivíssimo junto de Santo Elias, o profeta, no Monte Tabor, já às portas da Glória Eterna, quando Jesus mostra seu rosto transfigurado aos apóstolos Simão Pedro, Tiago Maior e João Evangelista (Mt 17, 1-9; Mc 9,2-10 e Lc 9,28-36).

(Transfiguração do Senhor no Monte Tabor - Imagem gerada pela IA Get Mocha)

    E agora de volta ao livro dos Números, se é que a página ainda está lá! Vemos que Deus não manda Moisés fazer a imagem de uma águia, como aquela que come a serpente, ou de um gato, que era um animal tão comum na região, e que também caça cobras; Deus também não manda fazer a imagem de um bastão, que esmaga serpente, mas manda fazer a imagem da serpente em si, aquilo que estava como que ''como instrumento de martírio'' do povo de Deus, que embora vacilavam, mas sempre voltavam atrás e continuavam seguindo, assim como nós, que por vezes pecamos, mas sempre devemos nos reconciliar com Deus, e nossa reconciliação se plenificou, quando na cruz, Cristo se entregou.

(Moisés erguendo a serpente de bronze numa haste - Imagem gerada pelo ChatGPT)

    E o que tem a ver a serpente no deserto com Cristo na cruz? Se você for à santa missa, que é a memória do santo sacrifício, no dia da Festa da Exaltação da Santa Cruz, dia 14 de setembro, dia o qual o papa Leão XIV e eu tivemos a graça de nascer, veria assim como todas as celebrações da santa missa, a perfeita ligação entre as leituras do Antigo e do Novo Testamento, com os evangelhos. E especificamente nesse dia, onde refletimos ainda mais na liturgia, a Paixão de Cristo na cruz, remetendo à Sexta-feira Santa, vemos belamente a primeira leitura extraída do livro dos Números onde conta-se a história de Moisés com a serpente de bronze; passando pelo salmo 77(78), que nos recorda no responsório: ''Das obras do Senhor, ó meu povo, não te esqueças!''; passando também pela segunda leitura, onde vemos Cristo que foi exaltado por sua humildade, mesmo sendo Deus, mantendo-se obediente até a morte e morte de cruz (Fl 2,6-11); e brilhantemente vemos no evangelho segundo São João, no diálogo de Jesus com Nicodemos (Jo 3,13-17), Jesus falando do nascer de novo, essa vida nova que temos nEle e já começa aqui, por isso não tememos a morte corporal, pois confiamos na vida eterna, e Jesus relembra a passagem vivida por Moisés e povo da promessa, que agora na Nova e Eterna Aliança em seu corpo e sangue, finalmente é concluída: Jesus diz que da mesma forma que o Moisés elevou a serpente no deserto, Ele, o Filho do Homem, deveria também ser elevado, e assim o foi na cruz, para o perdão dos pecados. Em Cristo, o Judaísmo é concluído - O Cristianismo é a conclusão plena do Judaísmo.

    A cruz foi mais que um martírio, pois mais que alguém derramando seu sangue por Deus, foi Deus derramando seu próprio sangue, e Ele fez isso pelo infinito amor que Ele tem para conosco. E a cruz de Cristo já fora previamente prefigurada ainda no Pentateuco, isto é, nos 5 primeiros livros da Bíblia, pela serpente, como a primeira imagem de um símbolo de martírio, prefigurando Cristo e servindo de exemplo para a iconografia dos santos mártires. Por isso, quando alguém lhe questionar, mostre que não há nada que precisemos inventar, basta a Bíblia que tanto nos apresentam como se não a conhecêssemos, a ela estudar.



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